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Economista e consultora do México aborda capital e inteligência espiritual

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image economista e personal coaching, Constanza Peñaflores

A economista e personal coaching,  Constanza Peñaflores, fez a palestra na noite de abertura da XXI CONFAM, em Florianópolis, sob o tema “Conectando o cérebro ao coração”. A mexicana trouxe reflexões instigantes sobre como as organizações utilizam-se do capital intelectual, social e, em especial, o espiritual, em prol do crescimento. Com mestrado em Economia e também em Engenharia Financeira, Constanza faz parte da Federação Mundial dos Estudos do Futuro e de uma organização  no internacional de diretores gerais. Atualmente ela é treinadora de empresários e , mais do que isso, acompanha os resultados obtidos pelos executivos.

Logo no início de sua apresentação, a economista contou sua própria carreira e a guinada que fez mudar sua vida ao decidir trabalhar com treinamento (coach) e aperfeiçoamento.  De uma carreira ascendente na área financeira, na Cidade do México, ela passou a investir nessa área e não se arrependeu. “Eu precisava correr riscos porque estava ficando deprimida e vendo o tempo passar, apenas isso”, disse ela. Com essa história ela inicia sua fala e aborda vários aspectos dos valores morais que podem fazer um indivíduo ou uma organização progredir.

“As empresas com motivações mais elevadas do que o lucro serão as que vão sobreviver no futuro. Nossa meta deve ser a de criar organizações que levem em conta o capital espiritual, ou seja, que saibam distinguir os valores mais profundos e consigam ter uma visão sistêmica dos fatos”, prevê ela.

Entre os princípios do capital espiritual citados pela economista, podemos destacar o auto-conhecimento, a espontaneidade, o acolhimento da diversidade, a independência, a humildade e a vocação. “Precisamos nos ver através dos outros, perder o medo de ser diferente e correr riscos, ter a humildade de sempre continuar aprendendo e possuir habilidades de se reenquadrar a cada dia”, disse Constanza.

Ao finalizar, ela abordou os desafios que precisam ser enfrentados para conseguir equilibrar todas essas características, seja no dia-a-dia pessoal , profissional ou nas organizações. “Precisamos fomentar novos modelos de organização e ressaltar que a aprendizagem coletiva começa com o diálogo. Quanto mais diálogo, mais progresso e possibilidade de união. A visão sistêmica permite essa evolução”.
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Integrantes das BPWs em confraternização com a palestrante
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